INTRODUÇÃO AO TEMA DO LIVRO















Este é um blog de Evaristo Fagundes Ciambarella autor dos livros “A Psicologia Dos Investimentos” e "As Variáveis do Mercado Acionário". Estes livros são para pessoas preocupadas com aposentadoria e segurança financeira.  Se você tem medo de enfrentar verdades inconvenientes e prefere viver acreditando em mentiras confortáveis, “em tese” esta mensagem não seria para você. Mas, se isso não for o seu caso, você deve começar agora.

É o seu futuro e a sua segurança financeira ou de sua família que estão em jogo. O fato é que quanto mais o seu futuro financeiro depender apenas do seu trabalho, maior a insegurança de sua fonte de renda que é agravada com o passar do tempo. É evidente que ninguém tem controle sobre tudo, mas é óbvio poder inferir que é necessário aprender a agir para depender cada vez menos do seu trabalho e da sua saúde. Isso faz sentido para você ou será que você se sente garantido pela previdência pública ou previdências privadas de Bancos e Seguradoras ?

Trabalhar muito, ganhando menos do que merece, esforçar-se muito para sobrar dinheiro e, ainda, investir de forma errada ou comparativamente mal, não produzirão os resultados que lhe proporcionarão a conquista gradual da liberdade e segurança financeira com o passar dos anos. A decisão que você tomar hoje definirá se no futuro você será um idoso dependente da caridade dos filhos para viver ou um idoso independente em condições de usufruir uma vida com dignidade.













Existe um caminho pouco difundido na cultura do brasileiro e, portanto, pouco utilizado para o fim previdenciário, mas que é extremamente popular na cultura dos países mais socialmente e economicamente desenvolvidos. 

O foco dos livros é o investimento no Mercado Acionário. O Título poderia ser “Aprenda a Investir na Bolsa de Valores”, mas como as decisões nesse tipo de investimento estão muito ligadas à personalidade e à retórica e não apenas ao conhecimento técnico, achei conveniente o Título em um deles de "A Psicologia dos Investimentos". Mudar o modelo mental é um grande desafio. O Mundo mudou e há muitos que vivem ainda como se a Terra fosse plana! Modelos mentais iludem, porque vemos as coisas da maneira como nosso cérebro instrui nossos olhos a vê-las! Aí se observa  o valor do conhecimento.
"Paz financeira não é a aquisição de coisas. É aprender a viver com menos do que ganha para investir a sobra financeira em bens geradores de renda. 

Você não vence enquanto não fizer isto."



Os autores do livro “O milionário mora ao lado” concluíram após 20 anos de pesquisa nos USA estudando os milionários em um amplo leque de áreas de atividade, que o caráter é mais importante para prever o nível de riqueza do empreendedor do que o seu tipo de atividade. É obvio que há atividades de natureza mais lucrativas que outras, e não apenas existem os incompetentes e os irresponsáveis, mas também os que gastam tudo o que ganham com coisas que produzem riquezas para outros e não para si. Os lucros não se transformam automaticamente em riqueza acumulada. Gerar lucros é apenas o primeiro passo para gerar riqueza. Uma renda alta não é sinônimo de riqueza, assim como uma etiqueta de roupa de marca cara não faz de ninguém, por si só, um rico, ou um livro não será bom apenas porque a sua capa é atraente! Raríssima é a pessoa geradora de boa renda, e também frugal e investidora consciente.

Regra fundamental para a construção da riqueza: disciplina e frugalidade. Seja qual for a sua renda, sempre viva abaixo de suas possibilidades. Saiba que as crianças de hoje serão os adultos perdulários ou frugais de amanhã. As crianças não seguem regras que seus próprios pais não seguem. É preciso haver coerência entre o que é aconselhado e o que o aconselhador faz. As crianças procuram regras e disciplina, mas são muito espertas e perspicazes para notar as incoerências entre o que seus pais falam e fazem. As atitudes falam mais alto do que as regras apenas faladas e ouvidas. Há muitas pessoas cheias de vícios e palavras bonitas! 

Tanto o vulgo quanto as pessoas cultas dedicam-se a pensar que a felicidade é o fim supremo da vida. As dificuldades começam quando se trata de definir essa felicidade a que todos os homens aspiram, conforme às suas próprias  virtudes.
A felicidade do tolo não é a mesma do sábio. 

Nestes livros são feitas observações fundamentais para o aproveitamento das vantagens de investir na renda passiva de proventos por meio do acúmulo de ações de sólidas Companhias de capital aberto. Aprender a agir agora preocupado com a qualidade de vida no futuro deveria fazer sentido para todos. Não adie a sua mudança !

Ser um investidor Inteligente e trabalhar para construir uma previdência complementar com segurança financeira não é algo tão difícil quanto muitos pensam. É necessário apenas  ter conhecimento simples do melhor a fazer, ter vontade de fazer e perseverar com foco no  futuro.

A experiência ensina que para acionar a “alavanca” do Home Broker é necessário ousadia e confiança, que somente são adquiridas a partir do sólido conhecimento do assunto.

O conhecimento dos ensinamentos deste livro promoverá a confiança para acionar a alavanca do home broker e a dar andamento a ideia de investir em segurança financeira. Promoverá também uma profunda reflexão sobre o valor a ser dado ao uso do dinheiro (consumo e investimentos) e a importância do sistema econômico capitalista e o desenvolvimento econômico do Brasil como condições necessárias para a segurança financeira dos pequenos investidores pessoas físicas. 


A INSEGURANÇA  FINANCEIRA
não gaste energia perseguindo honrarias, mas trabalhe arduamente para fujir das desonras da pobreza.

A pobreza não pode ser escondida. Nada mais ridículo do que o pobre fingindo-se de rico. Prefira ser um rico com aparência de pobre a um pobre com aparência de rico !
A preocupação com o correto e o medo do errado nada mais é do que o medo do inseguro. O certo produz sentimento de segurança, o errado de insegurança, mas a vida é insegurança, o sucesso é fruto da tentativa com sucessivos erros e acertos. Não existe segurança e certeza absoluta em lugar algum. Alguém pode ter uma boa conta bancária, mas o banco pode falir a qualquer momento, ou um infortúnio inesperado pode consumir todo o dinheiro. Alguém pode ter a segurança de ter um marido ou uma esposa, mas o marido ou a esposa pode deixa-lo a qualquer momento, pode se apaixonar por outra pessoa, ou pode morrer..

Tudo na vida é inseguro. A segurança é apenas uma ilusão que criamos à nossa volta, uma confortável ilusão. E devido a essa ilusão confortável, matamos a inteligência. A pessoa que quer viver terá que viver na insegurança, terá que aceitar o fato de que nada é seguro e certo, de que a vida é uma jornada desconhecida, de que ninguém pode ter a certeza absoluta para onde está indo e de onde veio a vida inteligente. Na verdade, exceto para os pouco sofisticados de senso crítico, ninguém pode ter certeza de coisa alguma. Quanto mais inteligente se é, mais incerteza verá em tudo, porque a vida é vasta, imensa, imensurável, misteriosa. Como alguém inteligente pode ter a certeza de que Deus existe? A simplicidade ajuda a viver na insegurança, viver na incerteza. A simplicidade é sabedoria, e a sabedoria é simples porque simplifica a vida.


Uma quantidade enorme de pessoas vive submetida ao sistema de despesas certas e receitas incertas produtora de insegurança financeira que é uma importante fonte de estresse sobre o futuro, além da incerteza de poder  atravessar dificuldades no dia-a-dia.

Em 2012, John Gathergood, da Universidade de Nottingham, Inglaterra, analisou a saúde mental e financeira de aproximadamente 10.000 pessoas e constatou que pessoas com problemas financeiros apresentaram um alto risco de descontrole sobre a ansiedade e o estresse. Ainda, outros efeitos como insônia e fobias atingiram mais as pessoas endividadas. 

Lidar com incertezas é um desafio permanente e inevitável na vida de todos. Uma dose de estresse é essencial para a sobrevivência; é uma reação que prepara o organismo para enfrentar desafios momentâneos e favorece à adaptação em futuras circunstâncias desafiadoras.

O problema surge quando esses sentimentos são contínuos e intensos, interferindo na qualidade de vida, tal como a produzida pela prolongada insegurança ou imprevisibilidade financeira. Aprender agir para ao menos atenuar  esta condição já é um grande passo.

O estresse da falta de futuro financeiro ‘estável’ e ‘seguro’ empurra muita gente para uma vida focada no aqui e agora (já que não terei no futuro,vou aproveitar tudo agora) com um exagerado foco no consumismo desregrado, desarrazoado.

O acúmulo de dinheiro por si só não é garantia de segurança financeira. Muitos ricos sofrem pelo medo de ficarem pobres em decorrência do sentimento da insegurança financeira que os acompanha 24 horas do dia. O mais comum é a riqueza material dissociada da segurança financeira. Pergunto-lhe: se você parasse de trabalhar hoje quanto tempo conseguiria viver com o padrão de vida que possui hoje? A maioria prefere não enxergar esta cruel realidade e por não saber enfrentá-la e vive a filosofia “deixa a vida me levar, vida leva eu”. 

Quando a renda investida é sentida como perecível (ex. juros bancários) e a sua fonte instável e insegura o apego ao dinheiro é muito intenso. A insegurança financeira também é motivadora do acúmulo ilícito de dinheiro. Dinheiro que o próprio fraudador jamais usará, apenas passará a vida inteira acumulando-o para a sua sensação de segurança e benefício de fato das instituições financeiras que o detém. 

É preciso se conscientizar da importância do dinheiro, afastar-se da hipocrisia no sentido contrário e assumir a responsabilidade da necessidade de aprender a aplicá-lo em investimento inteligente de forma a fazê-lo trabalhar para o investidor. No Mundo Capitalista contemporâneo, há investimento inteligente que possibilita resolver ou atenuar esse problema comum a todos.

A riqueza não é distribuída com base em princípios divinos ou natural de justiça. O capital não é uma dádiva gratuita de “Deus” ou da Natureza. A sobrevivência e o bem-estar do homem são consequências da habilidade com a qual ele utiliza o principal instrumento que lhe foi concedido pela Natureza a razão. 

É preciso querer saber o porquê, o como, e onde acumular o dinheiro para fazê-lo durar ao longo de muito tempo, ainda que eventualmente  necessite usar os lucros. Igualmente relevante é aprender investir para reduzir a dependência do próprio trabalho sem limitar a liberdade e a mobilidade para a administração do próprio patrimônio, tal como ocorre com aqueles que possuem muitos imóveis.  

Diz o provérbio popular que uma imagem vale por mil palavras. Mas, igualmente forte são as palavras precisas que mostram caminhos, que fazem pensar e mudar. Muitos querem ser ricos, mas pouquíssimos pensam em previdência e segurança financeira. E, também, não querem pagar o ‘preço’, sobretudo da espera! É fácil ser rico? Não! Há solução rápida para conquistar a aposentadoria com segurança financeira? Não! É fácil sacrificar algum prazer e conforto material hoje em prol de um benefício futuro? Para a maioria, não! Entre os poucos que se preocupam com isso, a maioria não conhece a melhor estratégia de investimento para consegui-la com o melhor custo benefício financeiro e pessoal.

É socialmente aceito tomar empréstimo para ser amortizado em 30 anos, mas poucos se predispõem a investir por 30 anos para somente utilizar os lucros após decorrido esse longo tempo. Reflita sobre isso.  A solução para a mudança começa dentro de cada um, nos seus valores.

À parte o aspecto financeiro, psicologicamente, para a maioria, economizar para investir é difícil e demorado e gastar é fácil e prazeroso. É fundamental que se viva bem o presente, porém, é igualmente importante não negligenciar o futuro e tomar alguns cuidados enquanto se está em plena capacidade produtiva, construindo para si e sua família as condições para viver um futuro com mais independência até da própria saúde.

Lembre-se de que tudo na vida é temporário e trabalhar para construir segurança financeira  e aprender a valorizá-la  até para a própria saúde é um bem mais valioso, durável e aproveitável do que os bens essencialmente materiais.


A maior parte das pessoas não tem renda elevada ou capacidade de aumentar a sua renda de maneira significativa. Contudo, a renda tem uma correlação positiva com a riqueza. Nesses casos, qual o conselho? Aja defensivamente nos gastos, construa hábitos de frugalidade. Vacine-se contra a doença do estilo de vida consumista, não siga a ‘boiada’. Até a sociedade norte-americana é composta por maioria pobre e pobres que tem dinheiro, considerando a riqueza como o valor do patrimônio liquido e não apenas a renda.

Os ricos consumistas (pobres com dinheiro) são do tipo que acreditam ser possível julgar um livro pela capa. Eles acreditam que as pessoas possuem a melhor casa, o melhor carro, a melhor roupa que conseguem comprar. Para eles, a riqueza nunca está no patrimônio líquido que não enxergam, e sim sempre na aparência de bens depreciáveis caros! Esse tipo de pessoa comumente age como agente financiador dos verdadeiros ricos e milionários a quem consideram pobres. Por exemplo, eles assumem o grosso da depreciação de um bom veículo novo, que ocorre nos primeiros 3 anos e, em seguida, transferem a propriedade de um excelente veículo para um rico que considera pobre. Muitos com renda de milionários tem, na verdade, patrimônio líquido de pobre! As maiores barganhas comerciais são obtidas com vendedores que têm, por exemplo, imóveis ou carro demais e capital de menos!

Por trás do comportamento frugal há um firme conjunto de convicções. Em primeiro lugar, os frugais acreditam nos benefícios para a saúde da independência financeira. Em segundo lugar, acreditam que ser frugal é a chave para se adquirir essa independência. Eles se vacinam contra os gastos de artigos de alto ‘estatus’, lembrando-se constantemente de que muitos que possuem, na realidade, têm pouca riqueza, ou são pobres de segurança financeira e até de dinheiro em si!!

Um filho perguntou ao seu pai texano porque a família não tinha uma piscina em casa. O pai lhe deu a resposta: “quanto maior o chapéu, menos gado possui o vaqueiro!

Aconselho o leitor a ver o dinheiro como uma semente que ou é comida ou é semeada. Como uma exclui a outra, a questão está em consumi-las ou plantá-las.  Os milionários são os que preferiram e preferem plantar. Não quero dizer que só plantem, mas que essa é a prioridade ou nunca é desconsiderada.


Hábitos frugais de consumo oferecem uma base de dinheiro para investir na riqueza com segurança financeira. O ensinamento fundamental é: não deixe que seus gastos o impeça de construir uma riqueza segura. 

A SOCIEDADE  NO SISTEMA  CAPITALISTA  DEMOCRÁTICO
Em uma sociedade baseada em castas, como na Índia, o indivíduo pode atribuir o destino adverso ao desejado a fatores cujo controle lhe escapa. Há também quem pense na cultura ocidental que os poderes sobre-humanos (Deus), que tudo comandam, designaram-lhe a posição contra a qual não adianta lutar. Como não depende dele, não há motivos para se envergonhar de sua condição. Alguns desses ainda acham que a riqueza é coisa do diabo, coisa maligna. No dia do juízo final a justiça chegará !!! Se a esposa disser: Por que você não é Marajá? Ele responderá: Se Eu não tivesse nascido na casta em que nasci ! No Brasil, a resposta poderia ser: porque Deus não quis, ele sabe o que faz !!

Muitas outras pessoas não estão submetidas a essas regras e pensamentos. No sistema capitalista democrático de direito, se alguém não é Marajá a culpa é tida como exclusiva dela. Por que? Porque vive-se em uma ordem jurídica onde supostamente o indivíduo é livre para escolher o caminho que deseja seguir. Inclusive é juridicamente declarado que todos são iguais perante a Lei.
Embora os direitos à Liberdade e à Igualdade para decidir e aproveitar as oportunidades no sistema capitalista democrático não sejam – na realidade – iguais para todos, também é certo que a situação de vida de cada pessoa depende muito de seus próprios feitos. Quem nunca soube de grandes fortunas que diminuíram e até desapareceram totalmente nas mãos dos herdeiros de quem as construiu, enquanto outras pessoas nascidas em condições econômicas desfavoráveis chegaram a eminentes posições e a consideráveis rendimentos?

De lavador de carro aos 13 anos a empreendedor milionário. Júlio Cesar Chagas Santos, 50 anos, integra a parcela de 1% mais rico do Brasil. Fonte: portal folha.uol, em 04/08/2016.

O Brasil perdeu 11 mil super-ricos em 2014, segundo o relatório “World Wealth Report 2015”, feito pelas consultorias Capgemini e RBC Wealth Management. O número de brasileiros milionários caiu de 172 mil em 2013 para 161 mil no anos passado, uma diminuição de 6,4%. O levantamento considera super-ricos aqueles que tem mais de US$ 1 milhão disponível para investimentos, excluindo a residência principal, acervos, bens de consumo e bens duráveis.

O Brasil ficou na contramão da tendência mundial em 2014, segundo o relatório. No mundo, o número de novos milionários aumentou 920 mil no ano passado, 14,6 milhões, totalizando um total de US$ 56,4 trilhões para investimentos, um crescimento em torno de 7%. Fonte: portal g1.globo.com

Assim, muitos que não têm  suas ambições e desejos satisfeitos são forçados a considerar que deixaram escapar as oportunidades ou que foram inaptos para alcança-las de modo exagerado. Então, quando a esposa fala: Se você fosse esperto como o fulano, ganharia mais  e desfrutaria de melhores condições. Isto faz com que a indevida comparação produza um indevido sentimento de humilhação e até que muitos optem pela riqueza ilícita ou a exibi-la ostensivamente.

Ademais, não são poucos os que atribuem o sucesso exclusivamente ao próprio esforço, ignorando outras variáveis e até o acaso (sorte) que lhes foram favoráveis. E, de outro modo, muitos outros atribuem com exclusividade à própria pessoa 100% da responsabilidade pelo fracasso, desconsiderando as adversidades que influenciaram fora do controle pessoal. É como se a desgraça alheia fosse uma fonte de prazer! 

CONSUMISMO
“Ato de comprar, com o dinheiro que não tem, algo de que não precisa para dar satisfação aos valores alheios ou fazer inveja a quem não gosta”

"O perigo e o prazer andam de mãos dadas."

"É extremamente fácil enganar a si mesmo, 
porque o homem acredita muito no que deseja."


É claro que ninguém vence por acaso, isso é mais do que óbvio, mais do que real, porque em toda conquista há um forte componente pessoal de esforço, perseverança, boa vontade, do acreditar que pode, do querer vencer e do saber fazer uso de todo o potencial e energia que existem em cada um. O caminho da vitória não admite desanimados, pessimistas, acomodados e tudo o mais que não constrói ou destrói. Igualmente claro é que eventos inesperados, insondáveis, improváveis favoráveis (sorte) existem e são importantes, a exemplo de nascer geneticamente favorecido; nascer em família rica, responsável e orientadora; nascer em um País capitalista próspero com elevados indicadores sociais e de probidade política e administrativa, entre outros. Como também existem os eventos relacionados a fatos desfavoráveis.
Em decorrência da competição pelas oportunidades “iguais” para todos, não são poucos os que veem a desgraça alheia como fonte de prazer e o sucesso como fonte de inveja; com base nesse aspecto psicológico, a sociedade capitalista democrática considera cada um de seus integrantes 100% responsável pelo seu próprio azar e fracasso (prazer na desgraça alheia) e parcialmente responsável pelo sucesso (inveja). O exemplo mais popular é  o das torcidas de futebol: se o time ganha, eles ganharam juntos; se o time perde, os jogadores perderam sozinhos! Tudo isso faz com que muitos vivam na busca de um bode expiatório para compensar as suas ambições e desejos insatisfeitos e passem  a odiar a sorte de todos os que consideram ter conseguido mais êxito. Uns liberam esses sentimentos através da calúnia e da difamação. Os mais sofisticados sublimam seu ódio numa filosofia anticapitalista, denunciam a organização econômica e o abominável  sistema capitalista, a fim de calar a voz interior que lhes diz que, se falharam, é totalmente por culpa própria. Seus fanatismos ao criticarem o capitalismo está exatamente no fato de eles lutarem contra a consciência da falsidade da própria crítica.
Como não é possível viver a vida alheia, somente na intimidade da própria consciência cada um sabe o quanto a sua situação se dá em decorrência de sorte, de azar, de suas habilidades intelectuais, da sua força de vontade e da sua experiência prática. Mas, esse tipo de sofrimento é peculiar às pessoas que vivem numa sociedade de ‘liberdade’ e ‘igualdade’ perante a Lei e as oportunidades.  
Essa realidade também faz com que a distância entre o que o homem é e o que realiza de um lado em confronto com o que ele pensa de suas próprias habilidades e realizações comumente seja impiedosamente revelada contra si.
De modo geral, sonhar com um mundo mais “justo”, que o trate de acordo com o seu “real valor” é o refúgio de muitos que têm falhas de autoconhecimento e de conhecimento. O maior carrasco do homem costuma ser ele mesmo, e o mais injusto dos homens é aquele que não reconhece isso! O homem sensato tenta se adaptar ao Mundo; o insensato deseja adaptar o Mundo a Si. 
Esse tipo de sentimento acontece com muitos graduados em famosas Universidades ao verem muitos “Reis do Chocolate” e “Reis da Bebida Alcoólica” sem estudos e milionários. E por que? Porque como ele foi livre para escolher estudar filosofia ou a investir em produtos e/ou serviços mais necessitados, desejados ou de mais importância para as outras pessoas a culpa lhe é atribuída com exclusividade pela escolha errada.
Não existe sistema econômico perfeito, mas a China socialista para alçar  metas mais altas teve que se associar ao capitalismo. A tão falada crueldade do capitalismo consiste no conceito de ele tratar cada um de acordo com a contribuição que este oferece aos critérios de interesse, desejos e importância das outras pessoas. Sob essa regra, rico pode ser aquele que conseguir vender serviços e/ou produtos ao maior número de pessoas, com melhor qualidade que os concorrentes, pelo menor preço. Em contrapartida recebe o dinheiro.
Se você não tem dinheiro e condições de possuir uma grande indústria de produtos que muitos necessitam, desejam ou deem grande importância em um grande mercado e se considera uma vítima do capitalismo, talvez ainda tenha tempo de mudar e aprender para usufruir de parte dos lucros das grandes companhias de capital aberto adquirindo suas ações. Este livro lhe ensinará a obter o melhor proveito lícito do capitalismo para a sua segurança financeira e para que você não se torne uma pessoa anticapitalista ‘míope’, que só o levará cada vez mais para a ruína.

CONTEÚDO  OU  EMBALAGEM?
GASTOS  SUPÉRFLUOS  X   INVESTIMENTOS

A existência da igualdade de todos perante a Lei e da teórica ‘igualdade’ e ‘liberdade’ para as escolhas das decisões pessoais no agir para aproveitar as oportunidades da economia de mercado no sistema capitalista democrático gerou uma sociedade onde o ‘ser’ (conteúdo) está fortemente associado e dependente do ‘fazer’ e do ‘ter’ (embalagens). As pessoas são julgadas (e invejadas) muito mais pelo que fazem e têm do que pelo que são, ou seja, de forma indireta. Como consequência disso, o esforço da maioria é direcionado para demonstrar sucesso pela aparência de riqueza (via indireta) visível aos olhos alheios ao invés de investir em valores (conteúdos) percebíveis apenas pela própria consciência.

“O Sábio não necessita da aprovação alheia, vive de acordo com os seus próprios valores!”

“A felicidade daqueles que desejam ser populares depende dos outros; a felicidade daqueles que buscam o prazer oscila com os humores que estão fora do seu controle, mas a felicidade dos sábios deriva dos seus próprios atos livres”

Nos países com sistema capitalista democrático, a maioria das pessoas não suporta conviver com a sua parcela de culpa e a que considera lhe atribuírem, assim, a transfere para fora de si: para a sorte alheia e o azar inesperado que caiu sobre si, em suma, para as mais diversas circunstâncias desfavoráveis contra as quais não podia fazer nada. Essa é uma grande mazela da natureza humana fomentada pelo sistema capitalista e razão de muitos se escravizarem pelo ‘fazer’ e ‘ter’. Reflita, para não deixar que isso prejudique a sua vida. A sua segurança financeira vale mais !

Por isso, o desejo de exibir sinais de riqueza é muito forte. Muitos passam a vida comprando ‘embalagens’ para receberem considerações alheias ou pelo prazer de esnobarem os inimigos, ignorando que podem estar recebendo considerações apenas pela embalagem e que gastar dinheiro para esnobar os inimigos equivale a fazer mal a si mesmo, à própria segurança financeira. A invisível segurança financeira ensinada neste livro não depende da aprovação alheia e é muito mais verdadeira e duradoura.

É certo que não se pode ignorar totalmente a realidade social, tanto quanto o fato de que as aparências também enganam: há rico com aparência de pobre e vice-versa. Muitos são os que usam a máscara física emoldurada em honrarias e esplendores, mas intimamente conservam-se em deploráveis cubículos de padecimentos e trevas.

Se por uma lado não se pode ignorar esta realidade, por outro, felizmente, está na liberdade de cada um não exagerar nos gastos com embalagens. É preciso reconhecer também que uma embalagem onerosa e desarrazoada para o orçamento de um pode ser algo insignificante para outro. Por isso, não julgue pelas aparências, esqueça a vida alheia, esqueça os valores alheios e cuide dos seus valores. Pergunte-se: se eu parasse de trabalhar hoje quanto tempo eu viveria tal como vivo hoje? A resposta é pessoal e intransferível. Contudo, uma coisa é certa na vida dos verdadeiros ricos: eles não comprometem grande parte de suas rendas com embalagens e jamais trocam a segurança financeira por prazeres transitórios. Não trocam o futuro pelo presente. Faça como os verdadeiros ricos, cultive o conteúdo dos verdadeiros valores e não as falsas embalagens! Lembre-se de que cada um associa-se ao bem ou ao mal de acordo com a sua livre preferência.

Aqueles que julgam que o ouro precisa erigir-se em material único adequado à sua construção precisam também acautelar-se da ventania destruidora da ganância, da inveja, do remorso e do tédio, que costumam envolver a fortuna em castelo imprevidente.

Quem nunca soube de uma história do rico que ficou pobre ao parar de trabalhar, ou quando o seu grande negócio  faliu, ou  do rico que não podia parar de trabalhar porque teria que depender do regime geral da previdência social brasileira? É certo que o resultado de um investimento financeiro depende do montante de dinheiro aplicado e da sua capitalização ao longo de um determinado tempo. Por isso, não se pode ignorar que o pobre tornar-se rico é algo de fato difícil, e nesse livro não há discurso milagroso para este fim. Mas, igualmente certo é que aquele que após ter  vivido na riqueza por longos anos tornar-se pobre sem que uma grande calamidade tenha surgido inesperadamente em sua vida é ridículo! Isso certamente é consequência da falta da sabedoria ensinada neste livro. 

É certo que muitos terão que passar a vida inteira contando com a sorte; outros mais ou menos. O tempo para atingir o objetivo dependerá da renda disponível para o investimento e do tempo de capitalização desta, ambos dependentes da vontade do investidor. Igualmente certo é o fato de que muitos nem sabem o que poderiam fazer em seu benefício e deixam o tempo passar  contra si.

É óbvio que o retorno de um investimento depende também do dinheiro investido ao longo de um certo tempo. Cada um sabe a sua real situação e os seus interesses, mas, de modo geral, o conselho que dou é: “previna-se”. Que esforço (psicológico e financeiro) você está disposto a fazer para a sua segurança financeira? O começo pode estar na leitura deste livro.

É fácil fazer aplicações bancárias seguindo recomendações simples do gerente de sua conta, mas será isso o melhor para você? Para a sua aposentadoria complementar?  Para muitos aposentados, haverá duas fontes principais a partir das quais eles podem obter renda: 

1)    renda regular que podem contar todos os meses, como a Segurança Social, uma pensão e / ou uma anuidade; 

2)    dinheiro que o aposentado acumulou, mas será obrigado a usar para complementar a renda para as despesas e manter o padrão de vida de antes da aposentadoria. Quando isto ocorrer ele verá que não bastou apenas ter dinheiro acumulado em Banco para garantir uma renda durável, e aí será tarde demais.

O investimento para a aposentadoria tem que gerar renda durável até o falecimento. Apenas economizar é insuficiente. É apenas a metade do trabalho. Transformar a economia de aposentadoria em renda durável e usável sem destruir o bem principal que a gerou é o outro.

Com a expectativa de vida aumentando, o tempo de vida aposentado pode chegar a 20 anos ou mais, e apenas acumular uma grande quantidade de dinheiro em contas bancárias de investimento provavelmente poderá não ser suficiente. Administrar aluguéis de imóveis com 90 anos de idade também poderá ser até mesmo impossível. Ninguém sabe antecipadamente o dia em que irá morrer.  Aposentados têm de certificar-se de que seu dinheiro investido cresce por si só e gera renda que eles podem reinvestir ou usar sem destruir o principal que a gerou e sem muita dedicação do investidor, evitando a velha armadilha do olho do dono que engorda o boi. Afinal, sem esses atributos, os aposentados seriam forçados a revisar seu estilo de vida, que não é o que se espera de um plano de investimento para a aposentadoria.

Quando se trata de gerar renda a partir de investimentos, ações de empresas pagadoras de proventos (parte de seus lucros) é o investimento de melhor custo-benefício. Não obstante o rendimento que os investidores vão obter a partir de um estoque de ações possa variar (e certamente vai), com as empresas reservando o direito de aumentar, diminuir ou eliminá-lo completamente em algum período. 

Sete anos após se despedir dos campos, o jogador italiano Christian Vieri, de 43 anos em 2016, anunciou que voltará a ser jogador.  E por que? Apesar de ter acumulado uma fortuna durante sua carreira futebolística, Vieri teve problema na administração do dinheiro. Nos últimos anos, buscou várias formas de conseguir emprego até que conseguiu trabalho em um time da China. Um dos principais atacantes da década de 1990, Vieri defendeu importantes clubes como Juventus, Atlético de Madri, Inter de Milão e Milan, além da seleção italiana.   Segundo o jornal espanhol “El País”, Vieri teve um prejuízo de cerca de 16 milhões de euros ao ver a empresa BFC, criada junto com a sua mãe, ir à falência.

O Capital  é o resultado de uma prudente restrição do consumo, aumentado pela poupança e pelo reinvestimento das sobras de capital. A manutenção do capital previamente acumulado e a acumulação de novo capital para aumentar a produtividade do esforço humano são frutos do conhecimento e da vontade humana.

Nem o capital (ou os bens de capital) nem a conduta dos capitalistas e empresários poderiam melhorar o padrão de vida do resto das pessoas não capitalistas e não empresários se estas não agirem de forma a ampliarem a própria riqueza. Para isso, não adianta viver apegado a valores fantasiosos ou idealistas ou apegado a métodos primitivos de produção, trabalho e investimentos e perder as vantagens que o emprego de melhores conhecimentos e esforços possibilitam para alavancar o resultado.

QUAL A UTILIDADE  DESTE LIVRO  SOBRE O ASPECTO  INDIVIDUAL?
Se você quiser fazer algo grande, seja grande como a coisa que você deseja fazer.
Considerando-se que riqueza equivale a acúmulo patrimonial, faz-se necessário saber que tipo de patrimônio possibilita o melhor custo-benefício para a formação da riqueza ao longo do tempo: Obras de arte? Moedas fortes? Ouro? Jóias? Dinheiro estocado em aplicações bancárias? Imóveis? Ações de sólidas companhias de capital aberto? Para saber a resposta e não seguir determinado pelo caminho errado é necessário: (1) Saber que a vida é uma grande Universidade, mas pouco ensina a quem não deseja ser um bom aluno; (2) saber considerar o que é certo e verdadeiro; (3) conhecer bem os aspectos do que interessa. (4) Entender bem os prejuízos e os benefícios de cada tipo de investimento; (5) Aprender a ver cada coisa com exatidão;(6) Estar consciente daquilo que não é óbvio; (7) Saber o que precisa saber e o que não deve saber;  (8) Que  o excesso de conhecimento pode significar insuficiência; (9) ser cuidadoso e crítico no uso do saber, até nos pequenos detalhes; (10) aprender com os erros dos outros costuma ser muito mais barato do que com os próprios erros.
PARA CHEGAR À RESPOSTA CERTA, É PRECISO COMEÇAR COM A PERGUNTA CERTA
É preciso conhecer para destacar o bem e o mal nas suas corretas proporções e diante dos obstáculos não se fixar no lado obscuro que se apresentar. É preciso acautelar-se contra os males considerados em decorrência de uma inadequada análise. 

Às vezes não é a cerração que desorienta mais intensamente o viajante ante as veredas que se bifurcam, mas sim a falta de uma bússola”; 

Às vezes não é a selvageria da mata que dificulta mais intensamente o avanço do pioneiro, mas uma simples pedra no calçado ou o calo do próprio pé”.

Com essas premissas, o livro objetiva contribuir para uma mudança de paradigma sobre investimentos financeiros a fim de que se aprenda a importância e as vantagens de usar o dinheiro para comprar segurança financeira no Mercado Acionário, afastando-se do uso deste Mercado com fins preponderantemente especulativo. 
No Mercado Acionário norte americano as ações das boas empresas apresentam cotações mais estáveis e em patamares até oito vezes (700%) acima do seu valor patrimonial líquido; Já no Brasil, comumente, o mercado apresenta oportunidades de ações com preços até abaixo da metade do seu valor patrimonial líquido.  A que se deve isso? Será porque o risco de lá é muito menor que o de cá, embora a natureza do investimento seja a mesma? Ainda que lá possa haver mais estabilidade econômica, há também muito o fator conhecimento das vantagens do investimento por uma parcela maior da população  como gerador de demanda.
No Brasil até junho de 2016 o número de investidores pessoas físicas na BOVESPA não correspondiam a 0,3% da população. Em países capitalistas mais socialmente e economicamente desenvolvidos  os investidores no mercado acionário correspondem a pelo menos 20% da população.
Tomemos como exemplo o Capital Social da Empresas EDP Energia do Brasil S.A em 30/06/2016.
BASE  ACIONÁRIA: 
Internacional – 90%; [Nacional – 10%]  ; [Pessoa Física – 1%] ; Pessoa jurídica 99%
A DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DOS INVESTIDORES QUE COMPUNHAM O ‘FREE FLOAT’ DAS  AÇÕES NOS PREGÕES:
América do Norte – 54% ; Europa – 24%; [Brasil – 10%]; Ásia – 9%; Oceania – 2%; América Latina 1%
O investimento direcionado ao acúmulo de ações de boas empresas faz com que o rendimento total do investidor se torne gradativamente mais elevado com a concomitante redução da dependência de sua força de trabalho individual.

 Aumente sua capacidade para ganhar.  Proteja seu tesouro contra a perda.
Assegure uma renda para o futuro.
“A luz é agradável, é bom ver o sol, mas lembre-se dos dias de trevas, pois serão muitos. Sempre houve na história da humanidade muito do que não faz sentido. Quem nunca viu a injustiça no lugar da justiça? Um sábio à pé e um tolo à cavalo? Um homem justo perecer pela sua retidão e um perverso viver uma vida longa em sua perversidade? No lugar da retidão, a impiedade? Moral: É preciso ser precavido !!!”
(Livro do Eclesiástico, capítulo 7)
Existem muitas oportunidades no Mercado Acionário, mas também existem fatores que com ele interagem que impedem os melhores retornos ou até causam grandes prejuízos aos participantes despreparados ou aventureiros.
O Mercado Acionário não possui o risco tal como considerado popularmente pela maioria dos brasileiros, e também possui vantagens igualmente desconhecidas pela maioria. Pense: se todos ou a maioria dos operadores na Bolsa de Valores a utilizassem com o fim de previdência social, praticando o acúmulo patrimonial com foco na renda passiva dos proventos recebidos por ação, com foco no longo prazo, só haveria venda quando houvesse necessidade premente de liquidez e compra para fim de ampliar a quantidade de ações, ou seja, para aumento patrimonial. E, ainda, não haveria significativas operações com ações de empresas que não possibilitasse esta indicada finalidade e a variação dos preços seria menor.
Contudo, a realidade mostra a existência de excesso de operações (overtrading) e também de um grande volume (turnover) financeiro  envolvido diariamente nas mais diversas ações. A única explicação para isso é a especulação. Vários são os fatores que fazem com que predomine na Bolsa de Valores este tipo de interesse. Saiba mais no livro.
Em face da maioria dos seus participantes operar com o fim de especulação, os preços das ações comumente não  guardam relação direta com o valor intrínseco das empresas a que se referem; como dizem os economistas, o mercado não é 100% eficiente. No mercado acionário isto está associado à variação dos preços tanto para uma sobrevalorização quanto para uma subvalorização sem razão aparente, dissociados do valor intrínseco da empresa. Ainda, aqueles que operam com dinheiro de terceiros: analistas de corretoras de valores mobiliários e administradores de fundos de investimentos, são pressionados a anteciparem-se às perspectivas do mercado a fim de lucrarem e evitarem perdas do valor monetário investido dos seus clientes pelas quedas dos preços das ações. Desta forma, as condutas dos operadores são norteadas sobretudo pelo valor monetário do capital investido e, assim, o foco não ultrapassa o interesse do curto prazo.
Em virtude desses fatores, para obter-se a principal vantagem do Mercado de Renda Variável – a renda passiva com proventos pelo acúmulo de boas ações e/ou cotas de Fundos Imobiliários – é necessário estar ciente de alguns fatores que nele interagem e seguir alguns princípios a fim de poder enxergar além do dinheiro investido, tal como um marinheiro necessita agir para chegar aos seu destino passando por tempestades. Assim, o investidor inteligente nunca corre atrás dos preços, nunca corre atrás de noticiários econômicos, em suma: nunca corre atrás do mercado. Ele decide e administra o próprio investimento pessoalmente, nunca por intermédio de terceiros interessados. Saiba mais lendo o livro.
Assim como uma pessoa que não conhece todas as possibilidades de uso de um forno de microondas  acaba usando-o apenas para descongelar alimentos; ou alguém que não conhece bem informática acaba usando o computador apenas como uma máquina de escrever moderna, aqueles que não conhecem o Mercado Acionário, suas peculiaridades e vantagens, acaba usando-o da pior forma possível: para especular por si mesmo ou por intermédio de decisões de terceiros interessados.
Conforme já dito, os operadores interessados necessitam trabalhar para atender aos anseios dos seus clientes cujo foco é o valor monetário sem interesse na renda passiva no longo prazo. Necessitando ser “politicamente corretos” em suas orientações para os seus clientes, trocam permanentemente o futuro dos clientes pelo presente, afinal de contas são esses que os poderão deixar ricos ou pobres, haja vista que, na ótica da interdependência social, os consumidores são os patrões de fato dos fornecedores. Ademais, é preciso estar ciente que as corretoras de valores mobiliários lucram com as taxas cobradas tanto na venda quanto na compra, independente de lucro ou prejuízo dos seus clientes.
As histórias de fracasso são sempre as mesmas: comprou ou vendeu a ação que o analista da corretora recomendou, no momento recomendado. Comumente, as ações mais divulgadas (faladas) nos noticiários jornalísticos televisivos, internet e papel jornal. O fato danoso também foi vivido por outras pessoas próximas. Assim, a história se repete e pelo princípio da aprovação social  a Bolsa de Valores é conhecida na cultura do brasileiro como um investimento de alto risco, um lugar perigoso para investir, onde, no máximo, só serve para especular e, de preferência, para quem tem informações privilegiadas.
Como um grande obstáculo insuperável, estão sempre citando o ocorrido com os preços das ações midiáticas: VALE, PETROBRÁS, CSN, GERDAU.
Não se pode analisar as vantagens e desvantagens do investimento apenas pelo aspecto monetário e das oscilações dos preços, ou do histórico da sua evolução no curto prazo, seja ascendente que atrai os incautos gananciosos ou descendente que afasta os incautos com medo da perda do valor monetário investido. Não se pode cometer o erro da falta do conhecimento adequado e trocar o todo pela parte ou querer correr atrás dos preços com analises de futurólogos, tarólogos, “analistas” do mercado acionário, e outros conselheiros assemelhados.
 Exemplo de Futurologia:


De acordo com o analista, as ações  ABCD3 iniciaram um processo de reversão de tendência depois de sofrer com uma queda intensa desde 2014, saindo de R$4,00 para R$1,50, uma desvalorização nominal de 62,50% e efetiva de 66,66%. O ativo trabalha acima da média móvel de 21 períodos e configura uma figura gráfica de continuação de movimento (mastro e bandeira). Se a evolução dos preços for até o alvo estimado, o papel fará um ‘upside’ de 41,18%.
Se quiser contar com a sorte, procure comentários de analistas do tipo do exemplo acima. Mas, saiba que nada trai mais do que a sorte !
A futurologia pode ser resumida nos seguintes questionamentos: (1) Qual o preço mínimo que o mercado aceitaria comprar e quem possui não aceitaria vender? (2) Qual o preço máximo que o mercado não aceitaria comprar e quem possui desejaria vender? Na realidade não há como saber e prever com a precisão matemática das análises técnicas (gráficas). Entre os dois extremos há fatores objetivos ‘em tese’ passíveis de análises e outros subjetivos de cada operador fora do alcance dos participantes do mercado acionário. É preciso conhecer os fatores que interagem no ambiente do mercado acionário para saber e decidir de forma conveniente e oportuna sobre o que está comprando, quando está comprando e quanto está pagando! O livro o ajudará a construir a mentalidade para essa tomada de decisão.

 VÍCIOS PRIVADOS, BENEFÍCIOS COLETIVOS !

"Não queiras consertar o mundo. No comércio, as moedas de cobres são tão necessárias quanto as de ouro"
O interesse preponderante da especulação financia a manutenção da estrutura milionária da BOVESPA, e também muito onerosas das Corretoras de Valores Mobiliários e das Administradoras de Fundos de Investimentos. Mas, também é isso que possibilita a existência de poucos investidores conscientes independentes operando na BOVESPA norteados pelo próprio conhecimento, a quem Benjamim Graham denominou em seu livro “Security Analisys” de o investidor Inteligente.
O Ouro escapa ao homem que o força a ganhos impossíveis ou que dá ouvidos aos conselhos enganosos ou que confia demasiadamente em sua própria inexperiência e desejos românticos na hora de investi-lo.
E qual a importância de aprender para decidir com segurança própria? No dia-a-dia estamos sempre rodeados de censores, adversários, meros expectadores e simpatizantes que com suas opiniões favoráveis ou desfavoráveis sempre nos auxiliam alertando-nos os pontos vulneráveis e os aspectos imprevistos das tarefas sob nossa responsabilidade. No entanto, é preciso não esquecer que, comumente, se encontram vinculados a compromissos e responsabilidades de outra espécie ou não tão próximos às nossas.  Muitos outros querem que vejamos a estrada pelos olhos que os servem. Por isso, é imperioso considerar que cada um dos agentes da vida social possui movimentos particulares e órbitas diferentes. A exemplo do conflito na vida de um gerente de uma instituição financeira comprometido com a meta que deve cumprir para o seu empregador e com os investimentos dos clientes, quando ambos os interesses não convergem. Com essa premissa, cada um deve esforçar-se para conseguir ser responsável com seus próprios interesses, a fim de cuidar bem de sua própria órbita. 
É sabido e notório que em épocas de caos financeiro ou apenas de sua perspectiva, ou inflação e/ou juros elevados ocorre um aumento da procura por compras de moedas fortes, ouro ou aplicações em juros bancários. Concomitante a isso, observa-se um aumento da venda de ações com a consequente queda dos preços, inclusive de empresas duráveis no longo prazo e boas pagadoras de proventos. Tudo isso motivado pelo foco no curto prazo e falta de conhecimento adequado para enxergar além da tempestade. Tais atitudes são incentivadas pelos interesses das instituições financeiras em captar dinheiro para emprestá-lo para o financiamento da dívida pública ou no mercado privado. A seguir ilustrarei com um exemplo real – considerando apenas o interesse no ganho financeiro – a importância de saber orientar-se com conhecimento próprio.
Em 15/03/1994 um jornal da cidade de Marilia/SP anunciava venda de terrenos com preços em dólares:  Terreno 12 x 35  Bairro Jd.Tropical  Preço U$20.000.
(1)Se o possuidor dos dólares os tivesse mantido até a data de 05/08/2016, teria o valor em reais de R$63.382,00 ( 1U$=R$3,1691);
(2)Se tivesse adquirido o terreno, este estaria sendo ofertado para venda sobrevalorizado em 05/08/2016 pelo preço de R$464.000,00 que corresponderia a U$146.413,80 e a um ganho de 632,06% [ (146.413,80/20.000)-1]*100.
(3)Em 04/07/1994 a relação dólar x real equivalia a 1U$ = R$0,935 compra e R$0,94 venda. Então U$ 20.000,00 = R$21.276,59.  Se a cotação de uma ação do Banco do Brasil em 19/10/1998 (data mais antiga obtida em pesquisa na Internet) era de R$0,89,  o investidor compraria 23.906,28 ações. Em 05/08/2016 o menor preço pago por uma ação foi de R$20,97. O ganho na valorização foi de 2.256% =[ (20,97/0,89)-1]*100. Logo  23.906,28 ações  valeriam R$501.314,71 que equivaleria a U$158.188,00. No exemplo não estão computados os ganhos com os proventos no período e nem os seus efeitos na capitalização composta com a reaplicação em mais ações.
Não existe em lugar algum do universo estabilidade e imobilidade. Mudança e transformação são características essenciais da vida. Cada estado de coisas é passageiro; cada época é uma época de transição. Na vida nunca há calma e repouso. A vida humana é um processo e não a permanência no status quo. Ainda assim, a mente humana alimenta sempre a ilusão de uma existência imutável. Vive atrás do objetivo utópico de dar fim ao que pode lhe fazer mal e de estabelecer uma calma final e permanente. Os motivos psicológicos deste comportamento são óbvios. Cada mudança altera as condições externas de vida e de bem-estar e força as pessoas a se ajustarem de novo às modificações de seus interesses. Atrapalha todos e muito os que são intelectualmente inertes. O conservadorismo é contrário à natureza, mas sempre foi acalentado pela maioria e talvez também por isso que a riqueza do mundo esteja concentrada em 5% da população. Por isso também que a maioria não se interessa em investir  a longo prazo no mercado acionário por este caracterizar-se por ser de renda variável dependente dos resultados das empresas nunca tão certo e previsível quanto os conservadores gostariam que fosse.
Gostem ou não, seja no mercado acionário ou fora dele, o fato é que todos, conservadores ou não, estão inseridos no processo de seleção social que está sempre em mutação na economia de mercado. Quem nunca viu ou soube de grandes fortunas que diminuíram e até desapareceram totalmente nas mãos dos herdeiros de quem as construiu enquanto outras pessoas, nascidas em condições econômicas desfavoráveis, chegaram a eminentes posições e a consideráveis rendimentos? Todos os possuidores de fortunas ou aqueles que desejam consegui-la são forçados a lutar diariamente para mantê-la ou consegui-la em um ambiente em permanente mutabilidade.
Com um sistema previdenciário do regime geral, do regime privado (só há vantagem para os Bancos) péssimos e com a destruição progressiva do sistema previdenciário do servidor público e dos fundos de pensão, em face da corrupção e desvios da finalidade pública de bilhões de reais da economia brasileira pela política e seus políticos, quem ainda não investe em ações certamente terá que aprender a fazê-lo porque no futuro não será apenas uma opção de investimento, mas uma obrigação para rentabilizar e preservar o patrimônio com fim previdenciário. Será uma necessidade para preservação, no mínimo, da dignidade. Será uma necessidade aprender a enxergar além das oscilações monetárias e, para isso, será necessário investir em conhecimento para saber não temer todas as desvantagens populares sobre o mercado acionário.
A vida é cheia de riscos bem maiores e menos previsíveis do que os existentes no mercado acionário. Quantas mães não apostam em suas gestações que seus filhos serão saudáveis, bonitos e prosperarão apesar do todas as adversidades do Mundo? A diferença é que esse tipo de risco é socialmente aceito!  Aprender a investir para construir acúmulo patrimonial em ações contribuirá para reduzir o risco financeiro da dependência exclusiva do próprio trabalho, mudando a cada investimento o “status quo” na direção de um dia conseguir manter o padrão  de vida de forma independente do próprio trabalho e até da própria saúde.
O LIVRO QUE OS AGENTES FINANCEIROS INTERMEDIÁRIOS DE SUAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS NÃO QUEREM QUE VOCÊ  LEIA !
O assunto é tratado de forma simples e prática com base (filtrada) na experiência pessoal do autor.  A sua leitura será aproveitada para decisões de ordem financeira, melhorando a eficiência e provocando reflexões sobre determinados valores e atitudes de investimentos mais socialmente aceitos, porém piores. 
Neste Blog o leitor aprende o porquê de acumular patrimônio em ações de boas empresas. No Livro o leitor aprenderá a desenvolver a personalidade e a mentalidade (psicologia) adequadas para saber  como interagir  no mercado acionário  utilizando-o  com fim previdenciário, para melhorar sua segurança financeira (reduzindo o risco financeiro ampliando as fontes de renda). Aprenderá a decidir sobre o quê e o quando comprar, e entendendo os fatores que interagem no mercado acionário focará no retorno além do valor monetário investido. O conhecimento influencia a subjetividade e esta faz com que o mais importante não seja os fatos, mas sim a forma como estes são interpretados por cada indivíduo. Se quiser, este livro  o ajudará a dar mais um passo à frente na vida.  
Dentro da estrutura de cooperação social sob a divisão do trabalho no sistema capitalista, cada um depende do reconhecimento de seus serviços por parte do público comprador do qual ele mesmo faz parte. Sob esta regra do capitalismo e que a perfeita autonomia econômica de todos é uma impossibilidade, liberdade significa: não depender da vontade de alguém mais do que alguém possa depender da sua. A título de exemplo: o grau de dependência financeira ou social de um profissional autônomo cuja renda vem de seus clientes é muito maior que a de um rico acionista minoritário que recebe proventos de diversas grandes empresas, conforme o foco do livro. Reflita ! É nessa liberdade que um potencial investidor deve aprender a investir e desejar conseguir. A pior dependência é a financeira.

ALGUMAS VANTAGENS DO INVESTIMENTO EM AÇÕES OU COTAS DE FUNDO IMOBILIÁRIO

Burocracia zero

Nesse negócio não tem nada de acompanhar obra de reforma ou construção de imóvel, vacância na hora de passar o ponto ou demora em encontrar um novo dono. É investir, acompanhar os preços das suas cotas e o ganho dos proventos(lucro por cota). Sempre com liquidez para vender no momento que desejar, com burocracia zero, e pode se feito do seu celular.

Sazonalidade

Nada de preocupação  com sazonalidades como natal, dia dos namorados ou carnaval… Ao contrário, o investidor até lucra mais com os diferentes tipos de feriados quando há aumento de consumo de serviços e mercadorias.

Administração

Você não precisa contratar aquele “gerente de confiança” para cuidar do seu caixa. Neste negócio todo o seu capital  estará  sob a gestão de equipe de profissionais capacitados e cujo desempenho é periodicamente auditado. Você vê na tela do seu PC ou Smartfone quanto está valendo a sua participação na atividade empresarial e decide se investe mais ou menos mês a mês.

Contratos

Não precisa ir a nenhum cartório para formalizar compra ou venda, será tudo online e você só precisa abrir uma conta em uma corretora de valores da sua confiança, algo que não demora mais do que 5 minutos.

Imposto de renda

Nada de ficar dividindo com o leão seu capital. Neste segmento, por lei, ou o investidor não paga imposto sobre os seus rendimentos ou já é tributado exclusivamente na fonte, não entra no ajuste anual. Então seu capital está protegido contra grande parte da mordida do leão no final do ano.

Localização

Esta parte é bem interessante, pois para abrir qualquer negócio o ponto onde  será aberto  o negócio e a atividade econômica em que estará inserido é importantíssimo. Então – no mínimo - encontrar o local certo e a atividade econômica certa é vital. Com o investimento em ações de grandes companhias com atividade econômica já consolidada há longo tempo ou cotas de fundo imobiliários não há nada a se preocupar sobre isso… Sim, ao comprar cotas de fundo imobiliário você poderá investir  em imóveis físicos sem preocupar-se com tudo isso. Profissional competentes dessa área ficarão encarregados por isso, e não você. E por último um outro fator muito importante…

Retorno

Quanto tempo um bom negócio demora para se pagar? Para dar retorno? Qual é o investimento inicial necessário para se abrir uma empresa de uma grande marca? Meio milhão? 1 milhão? Você vai desembolsar uma grana altíssima e demorar aí pelo menos uns dois anos para pagar seu investimento inicial… e olha lá…  Já nestes investimentos, você já entra ganhando tudo o que citei. E, no investimento em cotas de FII, a partir do mês seguinte !  Fora a rentabilidade pingando na sua conta, o seu capital investido estará protegido em um ativo real e você pode decidir se quer reinvestir o lucro ou gastá-lo pra fazer aquela viagenzinha a mais. A esse conjunto de vantagens denomino de investimento em liberdade !


CONSIDERE   AMPLIAR  A  SUA   FONTE  DE  RENDA  COM LUCROS DAS COMPANHIAS DE CAPITAL ABERTO
Não dependa de uma única coisa, nem limite qualquer recurso, mesmo que seja raro e excelente. Tenha tudo em dobro, em especial as fontes de beneficio. É transcendente a mutabilidade da lua, pondo fim à permanência, e mais mutáveis ainda são as coisas que dependem da frágil vontade humana. Acumule suprimentos para se precaver contra esta fragilidade, para seu conforto. Assim como a natureza duplicou os membros do corpo mais importantes e mais expostos, devemos suprir-nos em dobro das coisas de que dependemos.
Baltazar  Gracián  –  A  Arte da  Prudência
 APÓS A LEITURA DESTE LIVRO, VOCÊ DESEJARÁ TER COMEÇADO A PRATICAR OS SEUS ENSINAMENTOS HÁ MAIS DE  20 ANOS ! 
A  dependência social ocorre nas mais variadas intensidades e circunstâncias da vida. Quantos não dependem do emprego, do cliente, o patrão do empregado e vice-versa, o locador do inquilino e vice-versa, etc.. Todos são  faces  diferentes da pior dependência: a financeira. Tudo na vida gira em torno do dinheiro e da interdependência financeira. Infelizmente, a independência total é uma impossibilidade social, mas, por outro lado, agir para reduzi-la gradualmente a cada dia, ano ou década, pode estar ao seu alcance e você pode estar deixando essa oportunidade passar pela falta do conhecimento que este livro pode lhe proporcionar.
Muitos acham muito arriscado acumular ações de empresas com mais de 50 anos de existência consolidadas no mercado em que estão inseridas, mas não acham arriscado viver a custa de um próprio e único trabalho, ou de um único negócio, ou da própria saúde ou do trabalho, ou do negócio ou da saúde alheios!  Você já refletiu sobre os riscos relativos à sua fonte de renda com base na interdependência social? Que risco você prefere correr: o de aprender e usar a Bolsa de Valores para sua segurança financeira ou o de depender por toda a vida do próprio trabalho, da própria saúde, ou do trabalho e saúde alheios ?
Saiba que investir em lucros de empresas é a melhor forma de ampliar as suas fontes de renda, preservar o seu dinheiro no longo prazo, fazê-lo aumentar com capitalização composta e não destruí-lo ainda que – eventualmente – necessite usar os lucros, sem restringir a liberdade. É muito melhor do que receber juros de dinheiro estocado em aplicações bancárias ou aplicado em fundos de investimentos por intermédio de administração de terceiros, ou em imóveis. Mas é preciso saber bem o porquê e como agir para fazê-lo bem e sozinho.
O Investimento no mercado acionário possibilita grandes retornos financeiros no longo prazo além de outras vantagens mais intangíveis para a tranquilidade do investidor. Contudo, o investidor precisará de uma personalidade adequada para pensar com paciência, não seguir as opiniões mais socialmente aceitas sobre investimentos, mantendo-se fiel às suas convicções, e suportar as oscilações do valor monetário investido focando ‘além do dinheiro’: na quantidade de bens (ações), no retorno dos proventos por ação e na progressiva independência do próprio trabalho com um menor custo-benefício  relativo.
Este livro  ensina a escolher as boas empresas e a desenvolver uma estrutura psicológica adequada para que o interessado possa tornar-se um investidor inteligente no mercado acionário.
Aprenda a construir uma cesta de boas ações ao invés de um balaio de gatos !
 
Começar parece ser sempre o passo mais difícil, mas para quem sabe por onde começar,  por onde caminhar e como caminhar tudo fica mais simples. Com o conhecimento e preparo adequados, conseguirá manter o foco, ser resiliente e acreditar no que faz para atingir o objetivo. Este livro o ajudará nisso.
Metaforicamente, não basta apenas saber andar para seguir bem quaisquer caminhos disponíveis na vida. É preciso saber guiar-se para escolher a direção correta e defender-se das adversidades que possam surgir durante a caminhada. É necessário possuir o conhecimento do investidor inteligente para saber investir corretamente no mercado acionário. Veja o vídeo do link a seguir:
Este livro é um foco de luz em verdades que permanecem obscuras ou ocultas no cotidiano de muitas pessoas.   A verdade é desagradável e muitos preferem fugir dela a própria custa! Não é algo difícil conseguir a segurança financeira, mas ainda que seja fácil, certamente, não é algo que possa acontecer “do dia para à noite”. Que preço de esforço e espera você está disposto a pagar? 
A QUEM INTERESSA ESTES LIVROS?
No campo do idealismo a todas as pessoas. Quem não gostaria de deixar de ser um refém do dinheiro que acaba antes do fim do mês? Quem não gostaria de depender a cada ano menos do próprio trabalho e saúde? Quem não gostaria de aumentar gradativamente e consistentemente as fontes de sua renda de forma honesta com o melhor custo-benefício e menor custo pessoal? Quem não gostaria de viver com mais previsibilidade e menos perspectivas de sobressaltos financeiros? Em suma: Quem não gostaria de ter uma vida com mais segurança financeira? Parece utopia ?
Como o resultado da capitalização depende do tempo e do dinheiro investido, o adulto sexagenário não tem tempo. O jovem não tem dinheiro, e com a vida cheia de obrigações no dia-a-dia não tem interesse em aproveitar sua folga com leituras mais distantes das coisas mais urgentes do cotidiano. As baladas são mais prioritárias nos momentos de folga. Mas, é preciso pelo menos saber que a ausência do devido esforço no momento correto equivale a manter e agravar a perspectiva financeira no futuro. O futuro depende muito do que se faz no presente que, por sua vez, dependeu do passado. Prioridade é escolha do que fazer  contra o que não fazer, mas é preciso conhecer bem para pensar bem e escolher bem as prioridades. Refletir bem sobre o uso do tempo é muito importante porque ele não espera por ninguém, não faz acordo com ninguém, e não volta para buscar ninguém! Muitas coisas na vida  não são para todos, mas quem sabe você não é um dos que pode conseguir muito disso e está deixando o tempo passar sem agir para conseguir? Se você não tem tempo e dinheiro e nunca teve bom exemplo e estímulo na família para falar sobre investimento financeiro, pode ser que seja tempo de mudar e tratar de forma diferente os seus filhos.
A realidade  nos mostra  que a  natureza, sentido amplo, e, como parte desta, a própria natureza humana, é um fator excludente. Ela determina desde os primórdios da civilização a existência de pouquíssimos  dispostos a pagar  o preço da excelência e um restante formado por pessoas sem proatividade, sem disposição para sacrifícios e pouca ambição para o crescimento pessoal, conformados com uma vida mediana. A vida sempre mostrou que o melhor não é aproveitado na mesma proporção de sua disponibilidade.
Uma cruel verdade é que o sucesso é para poucos porque poucos estão dispostos a pagar o preço da busca da excelência. Quem nunca viu notícia informando que 95% da riqueza do mundo está nas mãos de 5% da população. O mundo sempre foi  é e será assim, e todos precisam aceitar essa realidade. O  homem sensato tenta se adaptar ao Mundo; o insensato tenta adaptar o Mundo a Si.
Felizmente, o lado positivo é que, de certa forma, qualquer um pode escolher de que lado quer ficar, com que tipos de pensamentos e atitudes quer pautar suas decisões.  Se você decidir por jogar a toalha e se juntar a média com atitudes de fracassado colocando a culpa em terceiros deixando de assumir o protagonismo de sua vida, pense: será que pessoas como Steve Jobs, Bill Gates e Warren Buffett se comportaram assim ao longo de suas vidas?
A realidade determina: primeiro trabalho, depois investimentos. Por óbvio, o combustível de todo investimento é o dinheiro. Mas, pode-se passar uma vida produtiva inteira sem pensar no futuro ou passá-la fazendo investimento inteligente de forma gradual e constante para que a cada ano a pessoa se torne menos dependente da própria capacidade produtiva individual e da forma com o melhor custo-benefício financeiro e pessoal. Diariamente, a realidade mostra poucos praticando investimento financeiro de forma inteligente e outros milhares não. Mas, felizmente, a decisão de que lado ficar depende exclusivamente da vontade de cada um.
A mente é a casa viva onde cada um reside, segundo as suas próprias concepções. A psicologia dos investimentos está intimamente ligada à psicologia do investidor. O que é prioritário para um pode ser insignificante para outro. Por isso, o livro tem por escopo provocar uma reflexão acerca da personalidade do investidor inteligente, da importância do Dinheiro e da Segurança Financeira na vida das pessoas. É um instrumento para a efetivação de práticas de responsabilidade financeira e investimento inteligente visando a uma vida com mais segurança financeira e tranquilidade.
Muitos passam a vida apenas trabalhando e gastando tudo que ganham; outros trabalhando e investindo, uns investindo da melhor forma, outros da forma errada ou de uma forma pior do que poderiam fazer.
É preciso aprender e trabalhar corretamente para isso.  Igualmente relevante para ter sucesso é afastar-se da arrogância, do medo exagerado, do pensamento de grupo e do vitimismo. Você não pode ser daqueles que colocam sempre a culpa do fracasso nas circunstâncias alheias ou na “falta de oportunidade”. A oportunidade é rasteira, anda pelos cantos, e a maioria quando a enxerga tem a tendência de dizer-lhe não. O problema pode estar nas próprias atitudes.
Você não pode ser daqueles que fazem uma pequena lombada transformar-se em uma montanha intransponível. Também não pode ser do tipo que só segue o caminho da menor dificuldade: “é assim que sempre fizeram”. O “status quo” comumente nunca leva ninguém a lugares mais altos. O bom e o bem acomodam, o ruim e o mal fazem mudar.
Aprenda a adicionar as vantagens abstratas do dinheiro investido de forma inteligente priorizando-o como um meio eficaz de gerar segurança, paz, liberdade e para preservar a dignidade, ao invés de usá-lo priorizando as coisas materiais passageiras e geradoras de insônia. 
As muralhas da Babilônia foram um extraordinário exemplo da necessidade humana de proteção. Com o passar do tempo, essa proteção de pedras mudou cada vez mais para as do dinheiro, em suas diversas formas. Ninguém pode ficar sem uma proteção adequada porque as tragédias inesperadas podem ficar diante de qualquer um a qualquer momento e o único companheiro certo na hora do infortúnio a quem se pode recorrer sem constrangimento é o próprio dinheiro. É melhor uma pequena cautela do que um grande remorso.
Se é preciso saber fazer o dinheiro  durar ao longo de muito tempo, ainda que, eventualmente, tenha que utilizar os lucros, como isso é possível? Simples, tornando-se um investidor inteligente no mercado acionário.
O Livro induz a uma reflexão sobre o que se aprende no ensino convencional, não se aprende e o que não se deve valorizar do que se ensina para a abordagem do investimento no mercado acionário. O Leitor que se identificar perfeitamente com a trajetória explicativa do seu conteúdo despertará para as vantagens intangíveis de preservar o seu dinheiro ao longo do tempo e reduzir o risco financeiro de sua vida com investimento inteligente.
PARA  REFLEXÃO
Deus é injusto, criou  sérios limites à excelência dos homens e nenhuma à mediocridade.
Na humanidade – em todos os tempos – sempre existiram mais comuns do que excelentes e menos ainda sábios. Assim sendo, o quanto ser proativo, diligente, determinado, ter vontade de querer ser a cada dia melhor pode ser adquirido ou é nato ou qual é a importância percentual de um e de outro? Qual a origem da força da vontade? O quanto representa o que os fatalistas chamam de destino e o que os deterministas chamam de ‘autoajuda’?
O Mundo depende das pessoas. A dificuldade é geradora de solução para poucos; A abundância é geradora de perigo para muitos. A distância criou a roda; o frio criou o fogo, e assim por diante. A subjetividade faz com que a interpretação dos fatos seja mais importante que os fatos em si.  O Brasil não perde uma oportunidade de fazer o povo perder oportunidades; se você quiser esperar o momento ideal para investir talvez nem  para o seu neto esse momento ideal  apareça. 
Todos sabem que o Mundo é redondo, mas a maioria da humanidade insiste em agir com a cultura da época em que se acreditava que fosse plano. Será que é possível escolher em que grupo ficar?
UM ALERTA
Os principais ingredientes subjetivos para o aproveitamento de tudo na vida são as vontades de aprender e de crescer. Para tal, motive-se! Pense na segurança financeira, na liberdade, no gradual aumento da independência do próprio trabalho e das pessoas em geral. Lembre-se de que quanto maior a independência de sua fonte de renda, maior o seu Poder: liberdade financeira é melhor Poder !
A falta de vontade gera a preguiça > A preguiça conserva a cabeça desocupada e as mãos ociosas > A cabeça desocupada e as mãos ociosas encontram a desordem > A desordem cai no tempo sem disciplina > O tempo sem disciplina vai para a invigilância > A invigilância patrocina a conversação sem proveito >A conversação sem proveito entretece as sombras da cegueira da mente > A cegueira da mente promove o desequilíbrio > o desequilíbrio atrai o orgulho > O orgulho alimenta a vaidade > A vaidade alimenta a falta de vontade > A falta de vontade agrava a preguiça, que agrava a ignorância.
Como é fácil de perceber, a falta de vontade é suscetível de desencadear todos os males. Qual mal é capaz de induzir a vários erros intoxicando a mente e arruinando a vida? E reconheçamos, de igual modo, que o primeiro passo para libertar-se da inércia  é  agir, no sentido de trabalhar para tentar conseguir. Não tema os problemas, porque estes enxameiam a existência de todos aqueles que não se acomodam com estagnação. São exemplos de estagnação:  instrução sem proveito; ideal sem trabalho; entusiasmo inerte; projeto que não se constrói; livro que não se lê. São valores potenciais, cuja significação se desconhece. Assemelham-se a aparelhos e máquinas de cultura e progresso, cuja importância ninguém sabe !
Esses  exemplos significam  que  intenção e conhecimento sem a necessária aplicação nos acertos e desacertos, ilusões e desilusões, conquistas e fracassos do dia-a-dia, não passam de sonhos muito distante do campo inevitável da experiência.   
 Não dá para mudar a estratégia sem mudar a cultura


É necessário reconhecer a cultura favorável ao dinheiro no judaísmo. O Talmude ensina que a riqueza é bem-vinda e não condena os ricos nem glorifica os pobres. A razão dos judeus influenciada pelos seus valores religiosos é também  relevante para as suas decisões de ordem financeira. Religião e cultura formando um ciclo virtuoso, uma auxiliando a outra. Toda a doutrina econômica na diáspora visa estabelecer as melhores condições de sobrevivência do judeu em meio estrangeiro. Na cultura judaica, dinheiro representa Poder e liberdade. Não há estímulo para preconceitos hipócritas pejorativos.
Reflita: O que é o dinheiro para você ? O dinheiro é uma ferramenta fantástica para conquistar a segurança e a liberdade  ou um mal necessário para viver?  Qual a essência da diferença entre uma  e outra? Experiências pessoais também são construídas com influência de crenças estabelecidas.
É preciso eliminar crenças financeiras infundadas e criar sólidas convicções que ajudem a leva-lo na direção de uma vida com mais segurança financeira, independência do próprio trabalho e mais equilíbrio.
Não estou recomendando que  a vida seja radicalmente focada no dinheiro, mas sim que ele precisa fazer parte importante na vida das pessoas de forma mais bem pensada, afastado de preconceitos pejorativos, muitos gerados no passado distante por algum grande interesse de poder e riqueza de um Rei e instituição religiosa que os apoiava, e que gera o prejuízo financeiro de seus seguidores e até de uma nação.
Quem nunca conheceu pessoas que se orgulham de dizer que não dão importância ou não entendem de dinheiro? Acredite, existem milhares de pessoas assim no Brasil.  Pensar assim  não é nada além de atirar em si mesmo e aceitar que não poderá melhorar durante a vida. A quem faria bem uma crença como essas? A própria pessoa? Certamente não.
A velha máxima que prega que “Dinheiro não traz felicidade” pode ter sido criada e difundida por quem queria ficar com a riqueza alheia ou por aqueles que só consideram o uso do dinheiro para comprar bens materiais. Mas, quando ele é tratado como uma ferramenta para criar segurança e liberdade, o velho adágio não se sustenta. Igualmente, a crença de que pessoas ricas são infelizes, comumente, está associada à inveja e à crença de que nunca conseguirá ser um deles. Será necessário mudar o pensamento para prosperar. Ao invés de invejar, admire para poder se inspirar no exemplo deles e procurar aprender com eles.
Talvez você nunca tenha tido um bom exemplo  em sua família sobre investimento financeiro, mas pode ser tempo de mudar e passar bons exemplos para seus filhos. Talvez você seja de uma família humilde e não tenha muito autoestima e perspectivas de se tornar rico um dia. Mas, por outro lado,  você também  é daqueles  que aposta na loteria toda semana e já pensou no que faria  se ganhasse um grande prêmio para não repetir o que aconteceu com tantos que ganharam e voltaram a ser pobres?
Se você decidir ser mais responsável com as suas finanças e com o seu futuro, este livro existe para ajudá-lo. Se você leu este blog com a devida importância deverá perguntar a si: O que o dinheiro é para mim? O que farei para melhorar a minha relação com o meu dinheiro?O que quero do meu dinheiro? Todo resultado concreto começa na abstração do  pensamento.
Se esse for o seu caso, comece a pensar além do dinheiro, mais nos resultados que ele pode lhe oferecer no futuro em segurança e liberdade. Exercícios simples de reflexão podem gerar um efeito poderoso de grandes transformações, afinal os sonhos são o combustível  do pensamento.
Reflita sobre os seguintes ensinamentos judaicos : “Aquele que vive do trabalho de suas mãos é superior ao homem piedoso que crê em Deus”; “Viver do trabalho das próprias mãos é mais importante do que fazer caridade”; “O universo é escuro para aquele que espera seu alimento de outrem”; “O dinheiro não é vergonhoso, é um salvo-conduto, uma garantia de liberdade”.
Uma nação é mais rica e forte onde o povo pensa grande sobre finanças e pauta seus resultados mais no próprio crescimento do que no de outras pessoas; que espera mais de si mesmo do que de outros. 
APRENDA  A TORNAR-SE UM INVESTIDOR INTELIGENTE
ANTES QUE SEJA TARDE !
Para aqueles que emigraram do Brasil em busca de  mais prosperidade financeira na vida  em países socialmente e economicamente mais estáveis, poderão adquirir este livro, na versão e-book ou impressa  pelos sites da AMAZON Brasil, USA e Europa
Certamente, aprenderão como aproveitar melhor o esforço produtivo  também fora do Brasil porque embora as circunstâncias mudem, os princípios  dos ensinamentos são atemporais e podem ser perfeitamente adaptados  a  realidade  de outros países . 
A parte do autor para ajudar já foi feita, agora  só  depende  da sua  vontade!!  Um último alerta: O tempo não espera por ninguém !!
PARA   CONQUISTAR   SEGURANÇA  FINANCEIRA É  NECESSÁRIO
 PENSAR   ALÉM  DO  DINHEIRO !
Por que o título “A Psicologia dos Investimentos” e não “A Psicologia nos Investimentos”? A palavra psicologia derivou das palavras gregas ‘psique’ e ‘logos’.  A palavra ‘psique’ na sua origem grega era usada para descrever a alma ou espírito. Os psicólogos contemporâneos  deram-na  a conotação de mente, a fim de aproximá-la da teoria de que o processo mental, afastado da religião e da espiritualidade, é o fator determinante para o comportamento humano. A palavra ‘logos’ na sua origem significava a palavra escrita ou falada – o verbo. Com o tempo, teve o seu significado ampliado e, dentre estes, quando usada como segundo elemento de palavras compostas indica: conhecimento de; explicação racional de; estudo de. Nestes termos, a Psicologia nos Investimentos significaria um foco principal, quase exclusivo, no processo mental do Investidor.Já, na Psicologia dos Investimentos, a preposição “de” possui um sentido nocional de posse que gera o entendimento de o investidor poder determinar os seus investimentos tanto quanto as características (vantagens e desvantagens) de cada investimento poder influenciar o comportamento do investidor.
Sem entrar no mérito dos interesses pessoais de cada um, o Autor optou pela preposição  ‘DE’  ao invés de  ‘EM’, pois considera que a decisão de investimento pode se dá em ambos os sentidos. As características de um investimento influenciam mais quando o potencial investidor é menos sábio sobre o assunto investimentos e, de modo oposto, quando  decide ou determina os seus interesses com base em conhecimento e sabedoria  próprios, ao invés de opiniões e conceitos mais populares e superficiais.
ALGUNS  LEMBRETES  IMPORTANTES:
e-books não possuem “páginas” no sentido tradicional. Como cada aparelho tem um tamanho de tela diferente, o tamanho das “páginas” será conforme o tamanho da tela onde o ebook será lido. Alguns programas mostram um “número” de página, mas são exceções (e os números não são referências reais). Se o seu livro tiver sumário, este não poderá ser numerado, como seria em um livro tradicional.
Seu e-book terá um visual ligeiramente diferente, conforme o aparelho ou aplicativo onde for feita a leitura. Isto é normal, e esperado.
Se o e-book tiver imagens, é comum que fique com espaços em branco entre as imagens e parágrafos, conforme o tamanho da tela. Em alguns aparelhos, o espaço pode ser maior, ou menor. Da mesma forma, não existem “páginas em branco” separando novos capítulos. Um novo capítulo geralmente começa logo na página seguinte. Estas ocorrências são características dos e-books.
Por fim, boas reflexões !
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